PERGUNTAS FREQUENTES



Infelizmente, não. Diferente do que ocorreu em outros países, a Resolução 482/2012 da ANEEL criou o sistema de compensação de energia, que possibilita apenas o empréstimo gratuito à distribuidora local do excedente de energia gerado pelo cliente. Esse excedente emprestado poderá ser consumido novamente pelo cliente em até 60 meses.



À primeira vista, os valores podem parecer elevados. No entanto, ao se avaliar a vida útil do sistema (30 anos) e a economia com a conta de energia, fica claro que se trata de um bom negócio. O retorno do investimento acontece em poucos anos e a usina continuará a gerar energia por muito tempo. Cada mês sem gerar a própria energia é dinheiro que vai para a distribuidora e que poderia ser economizado com uma usina solar.
 
Além disso, há opções de financiamento subsidiado para empresas que chegam de 70% a 100% do valor investido. Assim, em muitos casos, o valor das prestações é menor do que o valor da conta de energia.



Nós fazemos a estimativa de produção com base no seu perfil de consumo e nas características do local onde vai ser instalada a usina. Levamos em consideração questões diversas como: sazonalidade, orientação solar, sombreamento, insolação local, entre outros fatores. Depois, simulamos e elaboramos o projeto utilizando os mais avançados recursos técnicos disponíveis.
 
Após o início da geração, o cliente poderá acompanhar pelo seu computador, telefone ou tablet a quantidade de energia produzida por meio do sistema de monitoramento online.



Antes da Resolução 482/2012 da ANEEL, as baterias eram necessárias para o armazenamento da energia excedente gerada. No entanto, tal resolução criou o sistema de compensação de energia que obriga as distribuidoras a “guardarem” por até 60 meses a energia em excesso gerada por seus clientes. Sendo assim, em um momento em que não estiver gerando, o cliente pode usar a energia que armazenou na rede elétrica. Também poderá usar essa energia quando estiver consumindo mais energia do que estiver gerando.
 
Tanto a energia gerada, quanto a energia consumida são medidas por um medidor bidirecional que será instalado na propriedade do cliente.



O excedente que foi gerado de energia pela usina fotovoltaica durante o dia será utilizado para atender o consumo do cliente à noite. Caso já tenha utilizado a energia armazenada junto à distribuidora de energia, o cliente consumirá energia normalmente como os demais clientes. Pagará somente a quantidade de energia que consumir.



Segundo a ANEEL, nenhuma usina solar poderá gerar energia em caso de ausência de eletricidade no bairro em que foi instalada. Tal medida visa reduzir, ao máximo, o risco de choques elétricos para os funcionários da distribuidora de energia que venham a realizar algum tipo de manutenção na rede.



Clientes do Grupo B (baixa tensão):

Após o sistema estar operando, o cliente que compensar todo seu consumo energético deixará de pagar energia. Pagará apenas a Taxa de Disponibilidade, que varia entre R$ 50 e R$ 90 mensais, dependendo do estado da Federação.
 
Essa taxa é obrigatória a todos os consumidores ligados à rede da distribuidora, independente de quanto consuma. Funciona como uma assinatura básica, é prevista em lei e tem por objetivo remunerar os ativos da distribuidora.

Clientes do Grupo A (média e alta tensão):

O cliente do Grupo A paga por duas componentes em sua conta: energia e demanda.
 
Com a total compensação da energia consumida, o cliente continuará pagando pela Demanda Contratada conforme contrato celebrado com a distribuidora. Esse valor corresponde à infraestrutura de cabeamento disponibilizada pela distribuidora para atender à necessidade de energia do cliente.



Por não ter partes móveis, a necessidade de manutenção da usina é praticamente inexistente. Se estiverem muito sujas, recomenda-se a lavagem das placas fotovoltaicas apenas com água para retirar excesso de sujeira que pode aparecer em locais com muita poeira.



Após a assinatura do contrato e confirmação do sinal, daremos início à elaboração do Projeto Executivo para sua aprovação na distribuidora de energia. Depois da aprovação do projeto, faremos a instalação da usina, que passará por vistoria da distribuidora para posterior instalação de medidor bidirecional de energia.
 
A partir daí, você já começa a gerar sua própria energia. O prazo total estimado é de 90 a 120 dias (a depender do tamanho da usina).



O processo de instalação dependerá do porte da usina a ser instalada. No entanto, é uma etapa bastante rápida. Como exemplo, a instalação em uma residência dura entre 2 e 4 dias. Já uma instalação comercial tende a durar de 15 a 30 dias.



Não. Embora as placas utilizadas para aquecimento de água também fiquem em cima do telhado e sejam parecidas com os módulos fotovoltaicos, a tecnologia para geração de energia é mais avançada e exclusiva para esse fim.
 
Hoje, há placas que possibilitam os dois propósitos. No entanto, não são interessantes do ponto de vista econômico.



A energia solar fotovoltaica é uma tecnologia bastante modular que permite a fácil expansão do sistema, assim como, sua desmobilização e realocação em outro local de desejo do cliente.



Caso o espaço em sua propriedade seja insuficiente para acondicionar os módulos, você ainda pode gerar sua própria energia em outra localidade no mesmo Estado ou aderir a uma cooperativa solar. Converse conosco que lhe apresentaremos a solução mais adequada para o seu caso.



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